Entidades têm propostas distintas para colocar recomendações da Confecom em prática

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Samuel Possebom - Teletime News
05.02.2010
Será objeto de novas polêmicas e batalhas o encaminhamento que será dado às deliberações da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em dezembro e que apontou, por votação, centenas de pontos que devem e precisam ser pensados e aprofundados em relação ao setor. Foi isso o que o 9º Seminário Políticas de (Tele)Comunicações, realizado nesta quinta, 4, pela TELETIME e pelo Centro de Estudos de Políticas de Comunicações da UnB, em Brasília, aponto. Para Evandro Guimarães, vice-presidente de relações institucionais da TV Globo e diretor da Abert (que não participou da Confecom), quase a totalidade das propostas aprovadas pela Confecom já é hoje objeto de análise pelo Congresso Nacional. "Existem 320 projetos de lei que tramitam no Congresso, alguns em estágio avançado, outros ainda aguardando o momento ideal de tramitação, que tratam de questões de comunicações social e telecomunicações. Praticamente todos os pontos levantados pela Confecom são abrangidos por estes projetos", disse Guimarães. "O que eu quero dizer é que já existe um foro adequado para estas discussões, que é o Congresso, e que o Congresso já está trabalhando nesses temas".

Para Frederico Nogueira, vice-presidente da Abra (que também representa os radiodifusores) e diretor executivo do grupo Bandeirantes, a Confecom foi um processo importante de diálogo democrático de onde se tirou um conjunto relevante de propostas. "Agora, o melhor caminho é olhar para aquelas propostas que foram aprovadas por consenso e buscar dar a elas o encaminhamento necessário, seja na forma de projetos de lei, seja cobrando ações do Executivo". A Abra foi, juntamente com a Telebrasil (representando as teles), uma das entidades empresariais que decidiram permanecer na Confecom.

Para Jonas Valente, do coletivo Intervozes, que também participou de maneira intensa dos debates e negociações da Confecom, a conferência chegou a um conjunto de propostas que agora precisam ser separadas entre aquelas exequíveis no curto prazo e aquelas que demandam uma discussão mais aprofundada do modelo. Para ele, a Confecom precisa ter continuidade, pois foi a primeira vez que o debate saiu do âmbito setorial. Algumas das conclusões sugerem uma necessidade de mudança mais profunda na legislação de comunicação, diz Jonas Valente, e outras recomendações podem ser executadas rapidamente pelo Poder Executivo.
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Audeir Coutinho Alexandrino (d  - Considerações sobre o tema   |189.15.77.xxx |2010-02-09 13:47:21
Caros companheiros estudiosos do tema comunicação e principalmente comunicação comunitária, estou enviando esta mensagem para saudar e me consternar com os ideiais de democratizar a comunicação neste paìs. Estive presente na 1 confecom como delegado representando a cidade de Uberlandia MG em nome da Tv comunitária canal 7 a cabo daqui da nossa região.Porem meus caros acho que todo processo foi envolvente e inovador, mas receio que tudo não passe de uma encenação com a sociedade civil.Propostas foram apresentandas e aprovadas por conscenso de todos nos delegados, mas vejo com muita preocupação o pos conferencia, estamos muito deixados pelas nossas autoridade locais que são desinformadas sobre o tema o governo não esclarece o assunto. o que podemos perceber e que o politicos fazem vista grossa do tema tv comunitária e rádio comunitária tudo que foi debatido na conferencia não trasmparece para a comunidade que não tem noção nenhuma sobre o tema.Será que teremos outra chance na Historia de questionar e pelo menos sonhar que teremos direitos recinhecidos? todas as estatisticas que foram mostradas e são realidade parace não abrir a mente dos politicos que são quem decide tudo,será que podemos confiar na justiça deles? pois se há somente interesses financeiros neste meio e nos das pequenas televisões não temos recursos nem para manter nos grades no ar.Caros companheiros se não haver paricipação total da sociedade Brasileira sobre esse tema e principalmente com respeito dos politicos pela sociedade, receio que não teremos muitas mudanças.Aquin na nossa cidade o Prefeito alega que não pode encaminhar recursos pelo menos para a manuntenção dos trabalhos prestados pela nossa emissora,mas envia recursos para canais e midias privadas a todo momento isso pode se considera justo e democratico. Enfim entrei neste espaço para desabafar o descaso das nossas autoridades para com quem presta serviços sem recursos e com uma dificuldade imensa até para colocarmos combustiveis em nossos carros já gastos e tambem para alimentar e manter nossas familias assistidas das necessidades basicas para ser considerados pessoas dignas e fazer parte de uma população excluida pelos grandes homens que decidem o futuro desta soberena nacão.

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30 de julho de 2010 - última atualização 30/07/2010 - 18:46